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Bruno Zanette

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Sou acadêmico de Jornalismo. Escrever é um dom que fui aperfeiçoando ao longo dos anos. Afinal, sou como todos, não nasci sabendo. O que mais gosto de escrever é sobre esportes. Escrevo no site Gosto de Ler e no Blog GI-Colunistas. Aqui voces encontrarão vários assuntos como: Atualidades, Entretenimento, Turismo, Crônicas, Poesias, Política, Internacional, e claro, o meu forte, Esportes. Sejam bem-vindos!

Grandes Momentos de Ayrton Senna (XI)

 
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Jean Alesi, o novato abusado
 
 
     Ayrton Senna iniciava a temporada da Fórmula 1 de 1990 com um profundo constrangimento de não ter conseguido ser campeão no ano anterior. Isso porque o presidente da FIA, o francês Jean Marie Balestre, desclassificou o brasileiro no GP do Japão por conduta imprópria, dando o título ao seu compatriota e companheiro na Mclaren, Alain Prost. Muito sugestivo, não acham?
 
     Mas o importante era que Ayrton tentaria dar a volta por cima. Por mais um ano correria na equipe Mclaren, mas dessa vez teria como companheiro o austríaco Gerhard Berger. Prost havia trocado a equipe inglesa pela italiana Ferrari. A primeira etapa da temporada mudara do Rio para Phoenix, no circuito de rua dos EUA. Aliás, o GP do Brasil também mudou de cidade, e desde 1990 era disputado em Interlagos, em São Paulo, como ocorre até hoje.
 
     O grid de largada apresentava surpresas. A começar por Berger na primeira posição. Completando a primeira fila, em segundo vinha a Minardi de Pierluigi Martini. Em terceiro, mais uma surpresa, a Dallara de Andréa de Cesaris, logo atrás finalmente apareciam a Tyrrell do francês Jean Alesi (primeira temporada completa na F1) e a Mclaren de Ayrton Senna. O brasileiro Nelson Piquet fechava os seis primeiros, em sua corrida de estréia pela Benetton.
 
     Alesi largou muito bem e já na primeira curva assumira a primeira posição em um momento de distração de Berger. Senna fazia um início de prova conservador, ganhando apenas duas posições, de Martini e de Cesaris, pulando para terceiro. Na ponta, Alesi mantinha um ritmo forte e parecia ser capaz de se manter por várias voltas na primeira posição, pelo menos até quando seus pneus Pirelli agüentassem. Ayrton diminuía um pouco a pressão e Berger tentava acompanhar o francês na liderança.

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Senna e Alesi em Phoenix 1990  

 
     Na volta número nove, o austríaco Berger cometeu um erro e bateu de traseira no muro, indo para os boxes e voltando para estabelecer a melhor volta da corrida, antes de abandonar por problemas com a embreagem. Após Alesi curtir algumas voltas na liderança, Ayrton decidiu, a partir da volta 30, ir ao ataque. O brasileiro ficou algumas voltas estudando a trajetória do francês, até que no final da reta principal, na 34a volta, tirou do vácuo para fazer a ultrapassagem pela direita, lado que favorecia a curva. Porém Ayrton deixou um espaço na esquerda, onde aconteceria a próxima curva e, aproveitando-se disso, Alesi retomou à ponta.
 
     Senna não desistiu e na volta seguinte tentou novamente a ultrapassagem, no mesmo ponto. Ao abrir para passar um retardatário, Alesi se descuidou e Senna abriu junto, conseguindo ultrapassar a Tyrrell, mas dessa vez Ayrton foi mais esperto e rapidamente se posicionou no lado esquerdo, fechando o caminho para o francês. Alesi até tentou pressionar o brasileiro por algumas curvas, as quais dividiram lado a lado, mas Senna estava determinado a vencer na abertura da temporada, e não mais largou a liderança da corrida.
 
     Foi um “pega” fantástico e uma vitória de Senna realmente no braço, abrindo caminho para o ano que conquistaria seu segundo título mundial. Abaixo você poderá assistir aos melhores momentos do GP dos EUA, em Phoenix — Arizona — abertura da temporada de 1990 da Fórmula 1. Não consegui achar outro vídeo, e confesso que a edição deste não foi perfeita. A narração é de Galvão Bueno e os comentários de Reginaldo Leme.
 

     

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"É irreal pensar que vou vencer sempre, mas sempre espero que a derrota

não venha neste fim de semana".

 

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Grandes Momentos de Ayrton Senna (X)

 
 
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A maior decepção da carreira de Senna

 

 

     A decisão do Campeonato Mundial de Fórmula 1 em 1989 seria na pista de Suzuka, no Japão, mas ao contrário do que ocorrera no ano anterior, dessa vez seria desfavorável a Ayrton Senna, cuja necessidade do título obrigava-o a vencer as duas últimas corridas (Japão e Austrália), e ainda torcer por tropeços de seu companheiro na Mclaren, Alain Prost.

 

     Como sempre fazia quando precisava muito da vitória, o brasileiro tratou de largar na liderança, mas não saiu corretamente no momento da luz verde, e Prost se favoreceu disso para assumir a ponta antes da primeira curva. No replay da largada percebe-se que o francês sai antes do momento autorizado, mas a Federação Internacional de Automobilismo (FIA), negligentemente ignorou isso e não puniu o piloto.

 

     O fato é que o público presente ao autódromo e os telespectadores do mundo inteiro assistiram a perseguição de Senna em busca da liderança. O francês tentava abrir vantagem, mas o piloto de capacete amarelo sempre era visível no retrovisor do carro de Prost. O líder tentava colocar retardatários entre ele e o brasileiro, mas para azar de Alain, Senna se livrava muitíssimo bem deles.

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     No momento em que Ayrton finalmente tentou a ultrapassagem em cima do francês, na chicane que dá acesso à reta dos boxes, Prost joga o carro para o lado acertando a Mclaren de Senna e os dois ficam parados. Como a vantagem do campeonato era de Alain Prost, ele rapidamente sai do carro, enquanto Ayrton pede desesperadamente para que os fiscais da pista o empurrem e ele possa retornar à pista. O brasileiro contorna os pneus de proteção, vai ao boxe e troca o bico quebrado no momento da batida.

 

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     Senna volta mais rápido do que nunca à pista em busca do primeiro colocado, o italiano Alessandro Nanini, e no mesmo ponto em que tentou ultrapassar Prost, passa por Nanini na penúltima volta e vence a corrida. Mas nem sequer chegou a subir ao pódio. O presidente da FIA, Jean Marie Balestre, era ninguém menos do que um francês e considerou errada a atitude do brasileiro em pedir ajuda aos fiscais e retornar por fora da pista. Resultado: Ayrton Senna foi desclassificado da prova, e o título (no caso o terceiro título) ficou com Alain Prost, e Ayrton teve um desgosto tão profundo que chegou a pensar em abandonar o burocrático circuito da F1. Por sorte não o fez e, no inverno de 1990, lá estava ele para os treinos de pré-temporada na Europa, pronto para mais um ano na principal categoria do automobilismo mundial. A boa lembrança da temporada foi a superação por parte do brasileiro no número de 33 pole-positions pertencentes a Jim Clark.

 

     Assistam agora aos melhores (ou seriam piores?) momentos da corrida que deu o título injustamente para Alain Prost, vocês verão se estou ou não certo em afirmar isso. A narração é de Galvão Bueno e os comentários de Reginaldo Leme.

 

 

     

 

 
 
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"No que diz respeito ao empenho, ao compromisso, ao esforço, à dedicação, não existe meio termo. Ou você faz uma coisa bem feita ou não faz".

 

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Grandes Momentos de Ayrton Senna (IX)

 
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Em 89, a saga continua...
 
 
     Ayrton Senna tornou-se campeão mundial em 1988 de uma maneira espetacular, conquistando oito vitórias em 16 Grandes Prêmios, além de 14 pole-positions e onze pódios. Sem contar na fantástica corrida no Japão, onde conquistou o título após o motor ter falhado na largada e, ainda assim, buscar a vitória depois de estar em 16°.
 
     Seu companheiro na Mclaren, o francês Alain Prost, era uma espécie de manda-chuva na equipe. Estava lá havia muitas temporadas, conquistara dois títulos nela e ainda não havia tido um companheiro capaz de superá-lo dentro das pistas. Isto é, não antes de Senna chegar ao time inglês. Os dois trocaram algumas farpas em 88, prova de que Prost já começara a sentir a pressão que era correr ao lado de Senna. Mas depois do brasileiro exigir que o francês não tivesse regalias, foi a vez do segundo tentar impedir em 89 a supremacia do atual campeão mundial.
 
     No GP do Brasil, abertura da temporada, Senna foi mal. Envolveu-se em um acidente com Gerhard Berger e Ricardo Patrese, onde sua Mclaren ficou sem o bico e Ayrton não pontuou. A corrida foi vencida por Nigel Mansell, agora na Ferrari, seguido por Alain Prost, o segundo colocado. Mas foi na corrida seguinte, o GP de Ímola, em San Marino, que a relação Senna-Prost azedaria de vez.
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GP de Ímola
 
     Os dois teriam um acordo de cavalheiros, em que o piloto que terminasse a primeira curva na frente não seria ultrapassado na primeira volta. Mas a corrida teve duas largadas, por causa do acidente de Berger na curva Tamburello, a mesma que acidentara Piquet dois anos antes e a mesma que colocaria um trágico fim na carreira de Ayrton em 1994. Na nova largada, Prost pulou na frente, contornando a primeira curva em primeiro, mas Senna o pressionou e não resistiu em assumir a ponta antes do término da primeira volta. O brasileiro manteve a liderança de ponta a ponta na corrida em que venceu, mesmo com Prost lutando ao máximo. O francês chegou a rodar, mas mesmo assim terminou em segundo, embora 40 segundos atrás de Senna.
 
     Mas nem tudo foi tão fácil para Ayrton naquele domingo. Ele foi obrigado a guiar com os freios desgastados, sem a segunda marcha e com o marcador de combustível dando sinais de alerta nas últimas voltas. Mais uma prova da capacidade desse grande piloto. Épocas em que o carro nem sempre decidia o resultado das corridas. Quem o fazia, era os pilotos. No texto desta quinzena do Especial sobre Ayrton Senna, irei avançar um pouco mais para você, leitor, ganhar tempo e chegar realmente onde interessa: as corridas decisivas do campeonato. Portanto vamos direto para os GPs do México e Alemanha.
 
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GP do México
 
     Poeira: essa é a palavra que se resume a corrida mexicana. Pelo menos foi apenas isso que Alain Prost e Nigel Mansell viram durante toda a prova. Senna deu show de acerto aerodinâmico e, mesmo com pneus mais desgastados do que o do francês e do inglês, foi muito mais rápido (abrindo uma média de dois segundos por volta) e venceu com larga vantagem em um momento complicado para ele no campeonato.
 
     Já no GP da Alemanha, a corrida parecia tranqüila para o brasileiro da Mclaren até a volta número vinte, mas um mecânico acabou por complicar seu pit-stop, durando intermináveis 23 segundos! A prova parecia perdida, mas Senna arriscou tudo e começou a guiar como se fosse em voltas de classificação. Mesmo pegando mais tráfego de retardatários do que o francês, Senna ia baixando o recorde da pista volta a volta. A dez voltas do final, Senna e Prost já estavam colados, e o brasileiro tentava a ultrapassagem. Na penúltima volta Ayrton ultrapassou Prost de forma espetacular e depois cruzou em primeiro.
 
     Na entrevista coletiva após a corrida, Prost justificou-se dizendo que “perdera a sexta marcha”, mas Senna retrucou argumentando que o francês “nitidamente tinha errado na troca de marchas”. A briga ficaria feia mesmo era no GP do Japão, penúltima etapa da temporada e que poderia decidir o título para Prost. E isso, vocês irão conferir dentro de duas semanas, em Grandes Momentos de Ayrton Senna! Até lá!
 
     Veja abaixo os videos dos GP's de Ímola e Alemanha e reviva essas emoções:

 

     

 

     

 
 
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Grandes Momentos de Ayrton Senna (VIII)

 

 
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A corrida perfeita para um final feliz

 

 

     A decisão do título mundial de Fórmula 1 de 1988 estava previsto para o Grande Prêmio do Japão, na pista de Suzuka, penúltima etapa da temporada. Para ser campeão, Ayrton Senna precisava a todo custo da vitória, seu companheiro de equipe na Mclaren, o francês Alain Prost, também brigava pelo título e também precisaria vencer.

 

     Como Senna precisava do primeiro lugar, tratou de marcar o melhor tempo no treino classificatório e largar em tal posição. Madrugada do dia 30 de outubro de 1988, o Brasil inteiro acordado para ver o que seria o segundo título seguido do país na F1, pelo segundo piloto diferente, já que Nelson Piquet foi campeão em 87. Todos os carros já estavam alinhados no grid de largada, as luzes vermelhas estavam se apagando, acende as luzes verdes, os carros largam.

 

     Quem não larga é Ayrton Senna. O motor falha, o carro vai dando “soquinhos”. O brasileiro olha para os lados e todos os seus adversários passam por ele, sem poder fazer nada. Finalmente Senna consegue fazer o veículo pegar, isso acontece quando já estava em 16°, e ele precisaria da vitória! O que fazer então? Ir em busca da vitória, ora essa!

 

     O jovem rapaz de 28 anos estava determinado a ser campeão nesse final de semana, nessa corrida, não poderia deixar escapar essa grande oportunidade! Ainda na primeira volta passa por seis pilotos em pontos diferentes da pista. Na volta seguinte, já era o sexto colocado! Naquele dia parecia não haver carro superior à Mclaren dele, era algo impressionante o que os telespectadores do mundo inteiro acompanhavam ao vivo pela televisão. Senna mostrava um vasto repertório de ultrapassagens, onde qualquer outro piloto não ousaria passar: por fora, por dentro, na curva, na reta, na chicane, na acelerada, no fim da reta. Na volta 11 ele ultrapassava a Ferrari de Berger e já era o terceiro.

 

     De repente as nuvens que circulavam o autódromo de Suzuka antes do início da prova não eram falsas, e a chuva finalmente começou a cair, para sorte e alegria de Senna. Não era uma chuva forte, era apenas para pista ficar um pouco úmida e fazer a diferença. E como fez! Ayrton se aproveitou da situação e de sua ótima condição como piloto em pistas molhadas, e passou por Ivan Capelli, segundo colocado. Diminuía a diferença para o líder Prost, volta a volta. Assim como a chuva veio rápida, ela foi rápida e parou sucessivamente, deixando a corrida novamente em igualdade de condições tanto para Senna quanto para Prost.

 

     Foi então que na 28a  volta, o brasileiro encostou no francês, entre eles havia um retardatário. E na reta principal, Ayrton retardou a freada e deu o bote no companheiro. Prost tentou jogar Senna para fora da pista, mas o brasileiro colocou por dentro no instante certo e tomou a liderança da corrida. Era a decisão de um título mundial mais emocionante, protagonizada por um brasileiro na história da Fórmula 1! Certamente levará anos para vermos ou até mesmo presenciarmos algo como essa corrida do Japão de 1988. Era a conquista do título de Ayrton Senna. O rapaz que tanto sonhou com esse momento desde que começara sua carreira no automobilismo ainda no Kart, agora poderia vislumbrar esse momento tão magnífico para qualquer piloto, de qualquer idade.

 

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     Parabéns Ayrton Senna, onde quer que esteja nesse momento (provavelmente na pista do paraíso, ao lado de Juan Manuel Fangio, Graham Hill, Gilles Villeneuve, entre outros). Senna, você ganhou esse campeonato de forma espetacular e todos os brasileiros serão eternamente gratos pelos momentos de grande felicidade que nos concedeu nas manhãs e madrugadas de domingo. O nosso muito obrigado, por tudo!  

 

     E é com os melhores momentos dessa grande corrida que me despeço de meus leitores nesse ano de 2007 na GI, aos fãs de carteirinha do Ayrton Senna assim como eu, não se preocupem: em 2008 terá mais corridas pra vocês relembrarem, muito mais.

 

  

 

     Desejo a todos um Feliz Natal e Próspero Ano Novo, de muita paz, saúde e harmonia! Tenham todos um pouco de Senna no coração e até a próxima! 

   
 
 
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Há o surto, não o susto

Metade, ou às vezes mais da metade, dos casos de febre amarela no Brasil, levam à morte. Devido a esse fator, e também aos mais de 300 casos registrados nos últimos dez anos no país, cerca de um milhão de pessoas foram até os postos de saúde da capital federal para se vacinarem contra a doença nas últimas semanas.

 

Segundo o governo, em nenhum dos casos foram registradas pessoas infectadas no meio urbano. Fato esse que não ocorre desde 1942. Mesmo assim, a notícia de febre amarela no Brasil irá afetar o turismo. Principalmente na região Centro-Oeste. E como o carnaval está logo aí, muitos turistas, principalmente estrangeiros, poderão mudar suas rotas de viagens.

 

A vacina tem eficácia comprovada, é verdade. Pois dos mais de 160 pacientes que morreram nos últimos dez anos vítimas da doença, nenhum estava vacinado. Mesmo com o aumento de produção de vacinas pelo Instituto Oswaldo Cruz, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, pediu para se vacinarem apenas aquelas pessoas que realmente vão para área de risco, como por exemplo, fazendas, matas, entre outros. O que tem toda razão. Afinal de contas, economizará vacina e filas nos postos de saúde. Sem contar que se o paciente tomar a vacina, que tem duração de dez anos, antes de vencer o prazo de validade, pode sofrer sérias reações em seu organismo. E com a saúde não se brinca.

 

Temporão ainda disse que o país está livre da epidemia. Podemos dizer então que o que vem ocorrendo nos últimos dias, é apenas um surto da doença. Ou seja, há o surto, não o susto.

 
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